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A última diatribe de Reinaldo

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Brasil 247 Foto: Divulgação INQUÉRITO VAZADO PELO 247 JÁ REVELOU CACHOEIRA EDITANDO A VEJA, A PRODUÇÃO DO ESCÂNDALO NAOUM, A AÇÃO CONTRA UM DIRETOR DO DNIT E A TENTATIVA DE IMPLODIR UM SECRETÁRIO DE SEGURANÇA; BLOGUEIRO DA ABRIL, NO ENTANTO, ENXERGA APENAS A AÇÃO DE OBSCURANTISTAS QUE QUEREM ACABAR COM O JORNALISMO INVESTIGATIVO 247 –  Não deve ser fácil ser Reinaldo Azevedo nos dias de hoje. A antiga referência moral no Congresso, Demóstenes Torres (sem partido/GO), é uma monstruosidade. Quem o levou para a Abril, Mario Sabino, caiu em desgraça. O amigo Diogo Mainardi refugia-se na Itália. E a defesa apaixonada da casa perde credibilidade a cada dia. Num texto postado neste sábado, ele pinça um ponto do inquérito vazado pelo 247 para “provar” a independência de Veja em relação a Carlos Cachoeira. É um diálogo em que o bicheiro comenta com Demóstenes erros de um matéria publicada por Veja sobre a Delta – o principal erro seria o vínculo da construtora com J...

Reações às cotas subestimam o racismo

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Matheus Pichonelli na Carta Capital A melhor definição que conheço de racismo não está nos livros acadêmicos nem no voto dos ministros do Supremo Tribunal Federal. Está no romance autobiográfico “À Mão Esquerda”, de Fausto Wolff (1940-2008). Foto: Luliexperiment/Flickr É uma patada no estômago: em certo momento do livro, Wolff escreve sobre o dia em que o pai, barbeiro, atendeu uma família de negros em seu salão em Santo Ângelo (RS). Foi um fiasco: parecendo nervoso, o pai errou o corte, provocou talhos, falhas, picotou orelhas e se mostrou bem pouco simpático. Ao ver os clientes sair, Wolff, ainda menino, comentou que nunca o vira trabalhar tão mal. Era proposital, explicou o pai. Era necessário tratar mal essa clientela, ainda que não fosse (jurava) racista. A lógica era: se eles gostassem do serviço, voltariam; em pouco tempo, o salão ficaria marcado por ser um espaço aberto para negros; e os brancos que tinham dinheiro, grosso da clientela, ficariam incomodados...

Dois bandidos assumem que dirigiam as publicações de “escândalos” na Veja

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Brizola Neto no Tijolaço Jornalismo e cumplicidade não são o mesmo Não está em pauta, na CPI do Cachoeira, o sigilo de fontes jornalísticas. Ninguém se interessa em saber qual foi a fonte do senhor Policarpo Júnior, da Veja, para os oito anos de matérias bombásticas, com gravações de diálogos escusos e revelação de supostos negócios ilegais. Não tem interesse, porque todos já sabem: Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, o “empresário de jogos”. O que se quer saber é outra coisa: como foi o pacto de interesses políticos firmado entre a revista e o contraventor. Carlos Cachoeira não forneceu uma ou duas informações à Veja. Teve, sim, uma longa convivência que, em termos biológicos, teria o nome de mutualismo: uma  interação entre duas espécies que se beneficiam reciprocamente . Cachoeira usava a Veja como instrumento de seu esquema de coação, chantagem, propinagem. Veja usava Cachoeira como fonte de combustível para a fornalha de seu ódio político cont...

Enquanto estiver nas mãos dos demo-tucanos São Paulo continuará sendo a vanguarda do atraso

D o Estadão Universidades de SP descartam cotas USP tem programas de inclusão de alunos de escola pública e não pretende adotar sistema Mesmo após o Supremo Tribunal Federal (STF) decidir pela legalidade das cotas raciais, a USP não pretende adotar o sistema. Em 2009, quando assumiu a reitoria da USP, João Grandino Rodas afirmou que as cotas seriam "discutidas" no Conselho Universitário, mas o assunto só foi falado de forma marginal durante debate para reforma do programa de inclusão de alunos de escolas públicas na instituição.  As universidades estaduais Paulista (Unesp) e de Campinas (Unicamp) também informaram que não vão adotar cotas. USP, Unesp e Unicamp defendem a prevalência do mérito na seleção, embora tenham ações de inclusão - sem, no entanto, reservar vagas. A ONG Educafro afirmou que vai entrar com uma ação na Justiça contra as três instituições para que o sistema seja adotado. O processo deverá ser protocolado até o dia 11 de maio. "Após a d...

Juiz de Minas dá dicas sobre como o homem deve trair a mulher

Amigos do Presidente Lula A traição segundo a Justiça Uma ação na Justiça mineira envolvendo um triângulo amoroso e briga entre mulheres com direito a "unhadas e puxões de cabelo" ganhou uma sentença inusitada. Nela, o juiz Carlos Roberto Loiola, de Divinópolis, Minas, deu dicas ao homem disputado pelas duas mulheres sobre como agir para "despistar" as companheiras. "Quando tiver na casa de uma e a outra ligar para ele, ao invés de falar a verdade, recomendo que diga que está na pescaria com os amigos. Evita briga, litígio, quiproquó e não tem importância nenhuma. Isso não é crime." A decisão foi publicada no mês passado, fruto de uma ação movida por uma das mulheres envolvidas na disputa amorosa. Ela pedia indenização por danos morais por ter "levado uma surra" da rival. O conselho dado ao alvo da disputa amorosa, diz o juiz, faz parte de uma estratégia para evitar outra briga, desta vez mais séria, entre as duas. ...

'Personal araponga' de Gilmar Mendes apareceu há um ano

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Amigos do presidente Lula Quem noticiou a assessoria de Jairo Martins como "personal araponga" do ministro Gilmar Mendes (STF), foi o sisudo jornal "Estadão", há um ano atrás. http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,medo-de-espionagem-leva-ate-stf-a-pagar-agentes,713136,0.htm Este fato foi mencionado no inquérito nº 3430, aberto contra Demóstenes Torres, no STF, quando a Polícia Federal investigou as ações de Jairo Martins a serviço do bicheiro Carlinhos Cachoeira. Eis a menção: Segundo o "Estadão", a assessoria de Jairo Martins para Gilmar Mendes, seria "informal", ou seja, por fara dos serviços oficiais contratadas pelo Supremo Tribunal Federal. Note-se que neste período da notícia (abril de 2011), Jairo Martins já obedecia a cadeia de comando de Carlinhos Cachoeira, segundo a Polícia Federal. Cachoeira usava seus arapongas também para obter informações sobre investigações sigilosas dentro das Polícias Federal e estaduais, alé...

Mídia tenta abortar CPI da mídia

Por Altamiro Borges Há uma intensa movimentação dos monopólios midiáticos para evitar que a CPI do Cachoeira apure também as relações do crime organizado com setores da imprensa. A Operação Monte Carlo da PF já confirmou a existência desta promíscua relação – só entre o editor da Veja, Policarpo Jr., e o mafioso Carlinhos Cachoeira, foram mais de 200 telefonemas, além de jantares sinistros. Neles muita coisa deve ter sido tramada para interferir nos rumos políticos do país e para beneficiar alguns negócios “privados”. Apesar de todos os indícios, a mídia quer evitar que a CPI investigue a mídia! E ela se articula neste sentido. Na semana passada, o executivo Fábio Barbosa, atual presidente do Grupo Abril, que edita a Veja, e ex-presidente da federação dos banqueiros, esteve em Brasília. Ele visitou várias “autoridades” da República. Nos bastidores, circulou o boato de que o seu único intento foi impedir que o “capo” do império midiático, Roberto Civita, seja convocado por parlamentares...

O Brasil se vê hoje diante de uma encruzilhada: ou opta pela liberdade ou se submete ao coronelismo midiático.

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Globo, Abril e Folha se unem contra CPI da mídia - Brasil247 Foto: Folhapress_Divulgação PRINCIPAIS GRUPOS DE COMUNICAÇÃO FECHAM PACTO DE NÃO AGRESSÃO E TRANSMITEM AO PLANALTO A MENSAGEM DE QUE PRETENDEM RETALIAR O GOVERNO SE HOUVER QUALQUER CONVOCAÇÃO DE JORNALISTAS OU DE EMPRESÁRIOS DO SETOR; PORTA-VOZ DO GRUPO NA COMISSÃO É O DEPUTADO MIRO TEIXEIRA; NA INGLATERRA, UM PAÍS LIVRE, O MAGNATA RUPERT MURDOCH DEPÔS ONTEM 247 –   Há exatamente uma semana, o 247 revelou com exclusividade que o executivo Fábio Barbosa, presidente do grupo Abril e ex-presidente da Febraban, foi a Brasília com uma missão: impedir a convocação do chefe Roberto Civita pela CPI sobre as atividades de Carlos Cachoeira. Jeitoso e muito querido em Brasília, Barbosa foi bem-sucedido, até agora. Dos mais de 170 requerimentos já apresentados, não constam o nome de Civita nem do jornalista Policarpo Júnior, ponto de ligação entre a revista Veja e o contraventor Carlos Cachoeira. O silêncio do PT em relaç...